sábado, 30 de março de 2013

10 marcas que podem desaparecer em 2013


Problemas financeiros, crise de imagem ou ainda uma maré nada favorável são alguns dos fatores que podem riscar certas marcas das prateleiras em 2013.
Entre os nomes de destaque que figuram na seleção da publicação Business Insider estão Avon, Hotmail, Herbalife e Research in Motion. Confira a seguir a lista completa de quem está quase finado - e os motivos da crise.

Hotmail

Para recuperar terreno perdido, a Microsoft decidiu apostar no frescor. Para isso, está retirando a marca Hotmail do mercado e substituindo-a definitivamente pelo Outlook.com. A integração com o serviço de email do Windows veio apoiada de um visual clean e interface moderna.

US Airways

A companhia aérea US Airways obteve autorização nesta quinta-feira para adquirir a American Airlines e irá mudar o nome para American Airlines Group, mesmo estando no comando do grupo. É o fim da marca que estampa aeronaves americanas desde 1996,

Avon

Após uma longa lista de problemas, a empresa se refinanciou este ano. De acordo com a publicação, a Avon contratou um novo presidente, reduziu custos na esperança de economizar US$ 400 milhões em três anos, demitiu trabalhadores e saiu de mercados menos rentáveis, como o Vietnã e a Coreia do Sul, por exemplo; tudo para se manter viva.

Herbalife

A empresa de suplementos nutricionais protagonizou uma conturbada performance na bolsa no começo deste ano depois que grandes investidores voltaram a definí-la como “esquema de pirâmide”. A má fase pode ter um final infeliz e condenar os produtos da marca ao limbo

Research in Motion/Blackberry

Apesar das tentativas de reformulação e até o lançamento de seu primeiro celular totalmente touchscreen, o mar dos smartphones tem sido de tormentas para a fabricante do Blackberry. Ainda não está claro se o movimento foi suficiente para salvar a companhia, e 2013 será um ano decisivo para sua continuidade - ou queda.

Lotus

Vendendo apenas uma média de 35 carros por trimestre, a Lotus enfrentou no começo do ano o boato de que estava à beira da falência e que seu modelo de negócio era inviável. Além disso, enfrenta uma série de processos na justiça.

Hostess

A empresa que vende bolos, doces e outras sobremesas prontas foi à falência no ano passado e teve seus ativos comprados pela Apollo Global Management e Metropoulos & Company. Atualmente, a Hostess existe apenas no nome - e seu logotipo corre o risco de sumir das embalagens em breve. 

JCPenney

Com finanças desorganizadas, a empresa passa por grande perigo de falência e tenta mudar de foco. No começo desse ano, várias lojas fecharam as portas. O total de vendas caiu na escala de 28% em 2012. Ou seja, é muito provável que a empresa se reformule para tentar sobreviver.

Martha Stewart

Demissões, cortes de salários e outros problemas de gestão entraram no caminho da MSO. O prejuízo de 18 milhões de dólares em 2012 pode significar o fim da linha para a companhia de mídia, internet e,editora e merchandising.

Metro PCS

A operadora focada em planos pré-pagos e de baixo custo repete a receita das anteriores: saúde financeira precária e finanças duvidosas. A empresa T-Mobile está tentando comprar a companhia e, por isso, não irá demorar para que ela seja incorporada a outra marca.

Fonte: Exame e Business Insider

domingo, 27 de janeiro de 2013

Os 30 maiores doadores eleitorais


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

What? é vc Gugu?



#Sonia Abrão pira!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Os 5 piores arrependimentos da carreira


1. Aceitar um emprego por dinheiro  
Segundo Gulati, esse foi, de longe, o principal arrependimento dos profissionais. Aceitar um emprego por dinheiro ao invés de pensar na sua satisfação pessoal e profissional pode ser um erro. Melhor pensar duas vezes.

2. Demorar demais para desistir de um trabalho  
O segundo pior arrependimento dos entrevistados foi esperar demais para desistir de um emprego e perseguir os seus sonhos. Portanto, se você tem algo em mente, melhor não se iludir à espera do momento perfeito.

3. Ter medo de iniciar o próprio negócio
Um estudo recente apontou que 70% dos trabalhadores gostariam que seu trabalho atual os ajudasse de alguma forma a iniciar o próprio negócio. Além disso, apenas 15% disseram que possuem o necessário para se aventurar por conta própria.

 4. Não usar o tempo acadêmico de maneira produtiva
Embora grande parte dos estudantes universitários participe de grupos e estágios, os entrevistados afirmaram arrependimento por não aproveitarem essas oportunidades e aplicá-las em um ótimo primeiro emprego. Por isso, talvez seja uma boa ideia investir em programas de estágio ao longo do seu curso universitário.

 5. Não confiar nos próprios instintos
Diversos voluntários entrevistados comentaram o arrependimento em deixar passar oportunidades de carreira por não acreditarem em si mesmo. Embora você talvez seja um profissional iniciante, acredite nos seus instintos. Eles podem levar você para oportunidades de crescimento cada vez melhores.